Melhor ir dar uma volta, com meus velhos desejos carnais. Que bons amigos...
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
"00:03, 00:02, 00:01..."
Explosão. Sentimentos restantes e alguns destroços. É tudo o que restou. E são apenas espectros. Desejo. Ainda o sinto por aqui, correndo pelos meus vasos sanguíneos. Acho que é impossível expeli-lo por completo. Esse veneno. Talvez um dia. Sinto desejo. Não sei o que é Amor, não o sinto. Sei o que é desejo carnal, e até o sinto, mas não por você. Não só por você. Com você, não é só isso. Você. Quem és? A culpa disso é sua. Ou talvez minha. Quem sabe? Acho que não li as entrelinhas do contrato ao te conhecer. Que utopia a minha pensar que a caneta estaria nas minhas mãos. Pensar que fosse eu a autora dessa história. Eu queria uma máquina do tempo. Mas ainda não sei o que exatamente faria com ela. Eu poderia voltar para sexta à noite e desativar a bomba que destruiu meu coração, em milhões de pedacinhos minúsculos. Eu poderia voltar um pouco mais e saciar minha sede antes que eu me esqueça. Eu poderia voltar ainda mais e nunca ter te conhecido...Ou quem sabe ainda mais, e você nunca ter nascido. Raiva? Talvez. Mas apenas da primeira pessoa do singular. Ela é a unica culpada. A imbecil. Que se trancou dentro de si mesma. E deixou a chave nas mãos daquele sujeito, agora composto, com um predicado já definido.
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